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sábado, fevereiro 20, 2010

A Madeira



Não posso ficar indiferente à catastrofe que assola a Madeira...Os sitios lindos, maravilhosos e fantásticos que visitei, os cenários que até lá ir só via pela televisão, hoje estão destruidos pela força da água...e não há nada que possamos fazer...mortos, feridos, desalojados...é a impotencia do Homem perante a força da água.

domingo, março 22, 2009

Momentos III

Agora que a primavera chegou e o calor aperta relembro momentos que valeram a pena...
Um dia...quero lá voltar :)

quinta-feira, novembro 13, 2008

Madeira: Regresso a casa


Acordamos cedo. Fomos comprar pão, tomámos o pequeno almoço, carregámos o carrinho com as malas. Eles foram para o Porto para um ficar lá com as malas e o outro ir entregar o carro e nós íamos com a rapariga que nos alugou a casa. Quando nós chegamos ao porto já o barco estava a chegar e eles ainda estavam a descarregar as malas…e ainda tinham que ir a rent a car entregar o carro. O rapaz da rent a car foi simpático e veio trazê-los ao porto…escusou de alugar um táxi. Esperamos pela ordem de entrada no barco…Como já previa o que ia acontecer e a tormenta de viagem que me esperava, tomei um comprimido pró enjoo…que por sinal de nada me serviu. Aquando da partida do Funchal, pelas 10.30h, fomos para a popa do barco e sentadinhos e ao telefone com a minha amiga vi a cidade ficar cada vez mais pequena…No barco escolhemos outros lugares…durante as 23 horas que durou a viagem não tive coragem de tirar fotos, muito menos de me levantar…fui todo o caminho mal disposta. O mar estava como previsto, revolto, ondas grandes. As pessoas pareciam que andavam bêbadas. Depois de muita insistência do Fernando e depois de a muito custo comer metade da metade de um panado, fui de visita ao wc mais próximo arranjar espaço para o pequeno almoço do dia seguinte. A partir dai já fui passear no barco…apetecia-me chocolate: maltesers, m&m ou até mars ou twix…mudei de ideias quando cheguei a máquina e vi que custava 2.20€…foooogooo…podera um café de água de lavar a maquina era 1.20€…bem, não comi chocolate e nem comi mais nada…fiz a caminha e só me levantei quando recebi uma mensagem no telemóvel…que bom…já tinha rede no telemóvel…significava que estava a chegar a terras algarvias…ligamos para a nossa boleia, liguei para a minha mãe a pedir para fazer o almoço…que por sinal era arroz de pato que eu gosto tanto. Ao chegar a Portimão vi golfinhos…não consgui tirar fotos…quando a máquina disparava eles já não estvam a minha espera. Desmbarcamos, esperamos pelas malas e home sweet home…a minha casa estava a escassos km dali…foram e vieram connosco pessoas de todo o país desde Beja, Almeirim e até do Porto…Foi uma experiência única, valeu tudo aquilo que vivi, a viagem para la e para cá, a estadia lá, as coisas lindas que vi…Certamente, muito ficou para ver, mas para a próxima…vou de avião. :)

terça-feira, novembro 11, 2008

Madeira: Último dia na Ilha

Último dia de passeio na Ilha. Era dia de visitar a costa oeste da ilha, o que nos faltava. A Mary tinha-nos falado no pico do Areeiro (1800 metros de altitude) no qual ficamos por cima das nuvens…a ver se tínhamos tempo para fazer isso tudo. Saímos cedo, Fomos ao Lido onde tínhamos estado na noite anterior. Passamos a Madelena do Mar, parámos na Calheta onde há mais uma praia de areia branca. Passamos por algumas terrinhas: Jardim do Mar, Paul do Mar, Ponta do Pargo e aqui reparamos que o mar estava picado…começamos a prever o dia seguinte de viagem…Chegamos novamente a Porto Moniz, mas estava tanto frio que ninguém teve coragem de despir o casaco, quanto mais de molhar o dedo do pé. Fizemos novamente o percurso até S. Vicente, pela Costa Norte. Para ver se conseguíamos ir até ao pico do Areeiro. No mapa havia um caminho, que segundo a minha reles inteligência dizia que era um caminho pedestre. O nosso amigo dizia, melhor, teimava que era um caminho de terra batida…andávamos lá pelo meio daquelas brenhas da serra, quando eu vejo a luz da reserva acessa.boa…lá descemos a serra toda a medo e fomos meter gasóleo à Ribeira Brava. Ele continuava a teimar que era aquele o caminho e eu continuava a teimar que para lá irmos tínhamos que voltar ao Funchal. Teima não teima ele foi perguntar…O caminho que ele dizia que era de terra batida, era sim um caminho de passeio pedestre com duração de 6 horas para lá, 6 horas para cá… O certo e sabido, nesta história do sobe e desce já eram quase 5 horas. Ainda tínhamos que ir as compras para a viagem do dia seguinte e comprar os recuerdos para a família. Resolvemos comprar tudo no mercado dos lavradores. Note-se que nas fotos isto era certa das 6.30h da tarde e a fruta continuava toda arrumadinha como de manhã. Depois de recuerdos comprados e da troxa arrumada, jantamos e fomos dormir cedo…no dia seguinte esperávamos uma viagem que foi a mais longa da minha vida.

domingo, novembro 09, 2008

Madeira (continução) Take 4



Dormir ao lado de um homem com febre é dose. Ás 6 da manha, depois de ter tomado comprimidos para a gripe, de ter mudado 3 vezes de camisola, a febre dele continuava nos 39. tomou uma banhoca, tomou novamente os comprimidos, acordou as 9h com a temperatura normal…Menos mal. Mas hoje já não íamos as piscinas nem para muito longe. Resolvemos ficar por casa de manha, almoçar cedo e ir visitar o Jardim Botânico. Em solidariedade ao Fernando vestiu tudo manga cumprida…estava um calor que só visto, mas mesmo assim ainda apanhamos umas pingas de chuva que mal se viram. Gostei muito do jardim botânico, vi lá uma roseira com tantos espinhos que achei curioso e tirei foto. O chão é feito de pedra, deve dar cá um trabalhão, mas nas ruas da cidade também é assim. Fomos ao Monte, depois do Jardim, onde existem os carreiros. Aquilo até parecia ser engraçado, mas não consegui convencer o Fernando a pagar para andar naquilo. Enfim…Voltamos ao Funchal, demos uma voltinha na rua das lojas. Resolvemos ir jantar fora, provar a comida da Madeira. Comemos espetadas Madeirenses. Para quem gosta de carne de vaca a escorrer sangue era bom…eu comi, mas também podia ter pedido para passar melhor a carne…não quis dar parte fraca, mas também não fiquei com fome…Aqui já começava a sentir falta do arroz de pato da minha mãe, da minha casinha…À noite, fomos beber um cafezito com a minha amiga…Nascemos no mesmo dia, no mesmo ano, ela é mais velha que eu umas horas. Desde que terminamos o 4 ano da universidade e ela voltou para a ilha para fazer o estagio nunca mais a tinha visto. Gostei de a ver…pareceu-me bem. Fomos ao Lido…os rapazes começaram a brincar dizer que não eram horas para ir ao Lidl. Gostei daquele bocadinho…A máquina, com muita pena minha, essa ficou em casa a recarregar baterias.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Madeira: Take 3 (o dia que mais gostei!)


Já com mapa em punho, porque não o tínhamos, delineamos um trajecto para este dia. Visitar a costa Este e Norte da Ilha. Fomos ao aeroporto, pois por debaixo, tinham-nos dito que foi aproveitado para fazer um gimnodesportivo…mal dos nossos males, só abria às 10h e aquilo eram 9h. Fomos a Machico. Aqui a praia não é de calhaus, mas sim de areia branca, como cá. É uma praia artificial. As praias estão protegidas por molhes, por isso não existem ondas. Deviam pensar nisso para cá. Ao contrário daqui, a água era quentinha, mesmo em Outubro. Voltamos então ao aeroporto. Fartamo-nos de brincar, tinha lá diversas actividades e muito espaço para as pessoas andarem de bicicleta, a pé ou até a correr. Voltamos para trás…paramos para ver a vista sobre Machico.. Fomos ao Caniçal, à Prainha. Estivemos na Ponta do Rosto, da qual conseguíamos avistar a ponta do Castelo…Faz lembrar Sagres e o Cabo de S.Vicente. Aqui lembrei-me do meu pai…Tirei foto e enviei a dizer “o Cabo de S.Vicente da Madeira” e ele respondeu-me com uma foto do peixe que apanhou no cabo de S.Vicente do Algarve, ode estava naquele momento, e mais tarde enviou-me uma foto de toda a pescaria. Seguimos viagem, já na Costa Norte. Fomos a Porto da Cruz…Aqui havia um parque infantil onde estivemos a brincar com a filhota do casal nosso amigo que foi connosco, libertamos a criança que havia em nós. Fui para a Madeira com aquela ideia que iria encontrar as casas tradicionais, as palhotas, ao virar de cada esquina. Engano meu. Chegamos a Santana, a terra das palhotas, mas também não havia tantas como eu esperava. Continuamos viagem à procura de um sitio para fazer o piquenique do almoço…estava difícil…comemos qualquer coisa junto ao carro e parámos no Arco de S. Jorge para beber café…Aqui, o Fernando começou a dar mostras que não se estava a sentir bem…A parte que eu mais gostei da ilha foi sem duvida a que visitamos neste dia. Foram construídos túneis novos de betão, mas nós optámos sempre por passar fora deles, fomos sempre pelas estradas antigas e pelos túneis antigos, abertos a picarete, dando mostras da passagem do tempo. Mas uma coisa é certa, as estradas estão todas arranjadinhas e não existem cá buracos nas estradas como as crateras que existem cá. Passamos por sítios maravilhosos…ao rever as fotos parecem-me montagens…sítios que são possíveis de existir, as quedas de água naturais lindíssimas deixam-me sem palavras…Seguimos viagem até Porto Moniz…Fomos até às piscinas Naturais…o Fernando e o nosso amigo lá andaram a arregalar o olho às meninas que lá estavam…confesso que estava frio. Não demoramos muito aqui. Todos os parques eram pagos na Madeira e nós não tínhamos pago o parque. Ficou combinado que antes de irmos embora teríamos que passar por lá para darmos um mergulho. Como já estava a ficar quase de noite começamos a procura de uma indicação que nos indicasse Funchal…Dizem que todos os caminhos vão dar a Roma, mas aqui não havia nenhuma estrada que não fosse dar ao Funchal. Passamos pelo interior, Paul da Serra. Um dos pontos altos da Madeira, estivemos a 1600 metros de altitude. Pela primeira vez em quatro dias de estadia na Madeira vimos vacas…Aqui estava 9 graus de temperatura…o meu Fernando vai para a rua de manguinha curta…boa…chegamos a casa o menino tinha quase 40 de febre. À noite éramos para ter saído com a minha amiga, já não fomos, adiamos para o dia seguinte. O certo é que eu também não me estava a sentir grande coisa.

segunda-feira, outubro 27, 2008

Madeira: Take 2




Estava decidido entre todos que aquele carro não valia um chavo. Acordámos, fomos ao pão, fizemos sandochas para a viagem e fomos directos à rent a car. Depois de esperarmos uns instantes…já tínhamos na nossa mão um corsa 1.3, menos mal…este tem mais força para subir. Na Madeira é sobe e desce e quando não é, é túneis que nunca mais acabam. Fomos ao Curral das Freiras, estava frio,muito frio. Apanhamos castanhas que estavam espalhadas pela estrada, que estava cortada ao trânsito por perigo de derrocada. Apanhei um castanheiro para trazer para o meu pai plantar…a vista…era linda. Vi lagartichas, lagartos ou lagartichos ou que raio se chama aquilo. Descobri mais tarde que é normal. Em Câmara de Lobos então, é de ter cuidado onde colocamos as mãos. As praias…praias de calhaus. As plantações de bananeiras fez-me lembrar as plantações de laranjeiras que cá existem pelo Algarve. Não há ninguém que não tenha uma bananeira no quintal. Fomos à Ribeira Brava e à Ponta do Sol. Provámos uma bebida tradicional de lá que é a “Nikita”…(Agora andam a beber a minha cadelinha). Era bom, fica a foto para recordação. O Fernando não quis beber Poncha porque não gosta de mel…fica mal disposto. Partimos direcção a Norte, a S.Vicente. Já na costa Norte o mar estava mais revolto…ouvia-se o mar a puxar as pedras enrolando para fazer a onda. Voltamos para casa, já estava a ficar noite. Depois à noite voltamos à baixa para tirar fotos…azar dos azares acabou a minha bateria da máquina. Tirei poucas fotos. Havia lá um restaurante que é num barco que dizia pertencer aos Beatles. As mesas são em barcos mais pequenos…muito giro. Voltamos para casa…descobrimos também que as baratas também são um bicharoco comum e muito diferentes das de cá.

quinta-feira, outubro 23, 2008

Madeira: Take 1



3 semanas antes de irmos, comprámos os bilhetes do barco, reservamos a casa e o carro na rent a car. 2 semanas antes fomos logo fazer o check in para ficarmos logo descansados. No dia 05/10 foi só chegar ao porto de Portimão 90 minutos antes da partida, embarcar as malas e entrar para o “petit bateau” (há maiores eu sei). O barco estava com 2 horas de atraso…olha que bom…estava um barco avariado no porto do Funchal que atrasou a viagem. Partimos por volta da uma e tal… O nosso amigo Luís (patrão e padrinho de casamento do Fernando) foi despedir-se de nós. Tivemos direito a foguetes e tudo na partida. Depois de nos despedirmos dos familares que ficaram a fazer adeus no porto e de vermos Portimão e Ferragudo a ficarem cada vez mais pequenos fomos explorar o barco de máquina em punho. Instalamo-nos nas poltronas, marcamos os lugares com as mochilas e fomos almoçar. Escolhemos um lugar à janela, para vermos a paisagem…mar, azul, céu, azul e bis disto tudo durante 22 horas. Ficamos sem rede do telemóvel, o que já era previsível. Ficamos junto à recepção e ao bar…olha que fixe, jogamos às cartas, passeamos pelo bar da piscina, só não fomos à agua porque tava bué de frio… O pôr do sol é um espectáculo…é incrível como que à popa do barco já é de noite e à proa ainda o sol se está a pôr…À hora do jantar ainda estivemos na fila para provar a comida do barco…mas acabamos por desistir, mais valia as sandochas e os panados que tínhamos levado do que aquela comida branca. Para dormir, ou melhor descansar os olhinhos, fizemos uma caminha no chão. Entre passar pelas brasas e acordar dei pela falta do homem que não conseguia descansar…andava a vaguear pelo barco. Às oito da manhã já tínhamos rede no tlm, significava que tavamos perto de Porto Santo. Toca de telefonar para mãe, pai, irmão, irmão, cão, gato, periquito e ver o nascer do sol. Atracamos no Funchal por volta das 11 horas da manhã. A rapariga que nos alugou a casa foi levar os rapazes à rent a car. Esperamos 1 hora por eles. Não tinham carro para entrega…Lá nos deram um que, segundo a rent a car, era de classe superior (nós alugamos a classe de um pólo e deram-nos um Chevrolet Kalos ou que raio era.) Instalamo-nos na casa, na parte antiga da cidade, ao pé da PSP e do Liceu. Uma casa impecável que se fosse minha não alugava. Almoçamos e fomos às compras ao pingo doce…mas sair de lá é que foi quase uma odisseia…o carro não tinha embraiagem não subia, quase que tivemos de sair do carro e ir empurrar. Lá fomos para casa, fizemos a janta e à noite fomos dar uma voltinha pela baixa do Funchal…erro meu, não levei máquina, mas é lindo…olharmos para trás e ver só luzes espalhas pela encosta…voltamos para casa, para descansarmos para o nosso primeiro dia de passeio pela Ilha.

domingo, setembro 28, 2008

férias...

De hoje a uma semana estou a caminho da terra que consta nesta imagem... Partimos dia 05/10 pelo meio dia...vamos de barco a viagem vai demorar 21 horas...mas esperemos que estas horas todas sejam repletas de animação...o pior é mesmo o estado do mar...faltam só 4 dias para as minhas férias...dias esses que vou estar cheia de trabalho a preparar tudo para os meus 15 dias de ausência...mas vão passar rápido...